O Que Vi Por Aí – O Matador

Oi bonitos, tudo bem?

A Netflix estreou na última sexta (10/11) o primeiro filme original produzido no Brasil, chamado O Matador. O drama é ambientado no sertão brasileiro (fato raro nos dias de hoje) e conta a história de Cabeleira (Diogo Morgado), um menino que foi deixado à própria sorte até que encontrou seu pai, um famoso matador da região.  O desenrolar da trama acontece quando o pai de Cabeleira some e o mesmo resolve descobrir o que aconteceu, trilhando o caminho do pai e se tornando O Matador.

O filme foi dirigido por Marcelo Galvão, diretor vencedor do Festival de Gramado de 2012 com o filme Colegas e conta com nomes conhecidos pelo grande público, como Paulo Gorgulho, Thaila Ayala e Mel Lisboa.

 

Fiquei bem empolgada e curiosa com essa produção, mas depois que li algumas críticas negativas, fiquei um pouco preocupada. Assisti ao filme e fiquei meio decepcionada, esperava mais sabe? Não é de todo ruim, mas fiquei com a sensação de que faltou algo que prendesse a atenção, algo que tirasse o fôlego e que me fizesse querer ver o filme mais de uma vez para não perder os detalhes…

Se você já viu, me conta nos comentários o que achou e, se tiver alguma indicação para fazer, sinta-se à vontade!

❤️ Beijos da Preta

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Lágrimas…

Oi bonitos, tudo bem?

Pelo título deu pra perceber que, por aqui, as coisas não andam tão bem assim…

Quem me acompanha à algum tempo sabe da minha correria em relação à minha avó materna. No mês de maio desse ano (mês da minha última postagem aqui no blog), a saúde da minha avó piorou de tal forma que eu só conseguia me dedicar à ela e a mais nada, nem a mim mesma. Em 29 de julho, minha guerreira deu seu último suspiro em meus braços e partiu para o seu tão merecido descanso.

Passei pelo luto de forma bem tranquila, até porque tenho um entendimento, aceitação da morte que me permitiram seguir em frente – pelo menos foi o que eu achei à princípio.
Enquanto o tempo passava e minha mãe e eu nos habituávamos à nossa nova rotina, recebi outro baque:
Minha avó paterna (que também era bem próxima) também faleceu…

Desmontei…

Em menos de 3 meses perdi meu chão, meu colo, meu porto seguro, minha base…

Pra quem não sabe, fui criada pelas minhas avós. Morei minha vida inteira com minha avó materna e, todos os domingos, eu ia para a casa da minha avó paterna – fora os outros dias da semana, já que morávamos bem perto (distância de uma rua – literalmente). Conversávamos sobre tudo, tudo mesmo – até sobre sexo. Elas sempre tinham um conselho, um puxão de orelha, um carinho, uma bronca, um abraço…

Confesso que, pela primeira vez na minha vida, estou sem disposição para fazer nada… Não consigo fazer nada, meus dias não rendem, não consigo ler, não consigo assistir à nenhuma série, não consigo sair, não consigo escrever… Até para me dedicar ao blog está difícil, não consigo me concentrar. Agora mesmo escrevo em meio às lágrimas, até porque minha avó materna era a minha maior incentivadora, me ajudava a desenvolver algum tema e sempre me pedia para ler o que escrevia e me dizia se estava bom ou não…

A nossa relação era tão forte, tão viva que fiz questão de eternizar à 5 anos atrás:

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Moesita, minha guerreira

Por enquanto vou continuar a juntar os cacos e tentar seguir em frente, a luta é forte, intensa, diária e constante. Espero conseguir voltar com a minha rotina, até porque ler e escrever sempre foram as minhas terapias, mas se eu sumir daqui de novo, vocês já sabem o porquê.

Até…

❤️ Beijos da Preta

O Que Vi Por Aí – Once Upon A Time

Oi bonitos, tudo bem?

Desde o dia em que a internet foi religada aqui em casa que eu não consigo largar a Netflix. Não tenho tido muito tempo livre por conta da minha correria diária, mas sempre que posso assisto à séries (meu vício de anos).

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Dessa vez eu resolvi procurar por séries que ainda não tinha visto e acabei me deparando com Once Upon A Time, uma série que reconta as histórias infantis de um jeito bem diferente.

Já no primeiro episódio podemos perceber que Rainha Má se saiu vitoriosa e acabou com o FELIZES PARA SEMPRE da grande maioria dos personagens infantis conhecidos pelo grande público, lançando uma maldição que os fez perder a memória de suas vidas na Floresta Encantada e os trouxe para o nosso mundo, mais especificamente para uma pequena cidade fictícia situada no Maine chamada Storybrook.

Antes da maldição chegar ao reino, Branca de Neve e o Príncipe Encantado tiveram uma filha chamada Emma, que está destinada a salvar a pátria, digamos assim. Gepetto (sim, o pai do Pinóquio) constrói um guarda-roupas encantado para salvar Emma da maldição (que a traz para o “mundo real”) na esperança dela voltar 28 anos depois (isso mesmo, vinte e oito anos) e libertar a todos. Ela é criada longe de tudo isso, engravida aos 18 anos  e põe o filho para adoção, porém o mesmo é adotado logo pela Rainha Má.

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Emma, Henry e Regina (a Rainha Má)

É por causa de Henry que Emma parte para Storybrook no seu 28° aniversário, ele bate em sua porta e tenta convencê-la a ir até a pequena cidade, começando assim o desenrolar da série.

Ahh, fiquem tranquilos que nada disso é spoiler. Tudo o que eu disse aqui acontece no primeiro episódio.

Já deu pra notar o enredo cruzado né… A série é assim, cheia de amarrações dos personagens, um cruzando o caminho do outro em determinadas situações e eu acho isso um máximo!

Sei que a série não é nova e é bem popular, mas resolvi escrever sobre ela assim mesmo por se tratar de uma pequena e agradável novidade pra mim. Nesse momento em que escrevo, estou assistindo ao episódio 20 da terceira temporada.

E você, já acompanha a série?
O que tem visto?
Tem alguma indicação para fazer?
Fique à vontade!!!

❤️ Beijos da Preta