Texto – Reflexões por Anthony Newman

Oi bonitos, tudo bem?

Hoje eu resolvi trazer um texto de um amigo muito querido, espero que vocês gostem!

 Uma grande certeza de alguém que vem a essa vida é aprender a caminhar acumulando para si bagagens, não de cobranças e julgamentos de outros, tampouco de si mesmos, mas de conhecimentos, cujas pérolas, todo o seu tesouro que encontrar por onde passar, deverão enriquecer e enobrecer a própria mente e o próprio coração. Quando isso ocorre, sem que se crie expectativas e preconceitos sobre tudo e todos, ou seja, um julgamento com tudo que o cerca, o jugo da caminhada e do aprendizado se torna leve, de fato suportável. Se bem que qualquer aprendizado, bom ou ruim, faz parte de qualquer caminhada.
A mensagem exata é: NÃO ESPERAR demais das coisas supracitadas, pois “A expectativa adiada faz adoecer o coração, Mas o desejo realizado é árvore de vida.” (Provérbios 13:12)

Quando se diz que não se deve importar-se com a opinião alheia, com o que vão achar ou dizer, é bem verdade; porém, como se pode, assim, também ignorar? Não se pode! Toda a história da humanidade baseia-se em um convívio social, e isso só se dá por meio de respeito mútuo entre os indivíduos de tal sociedade. Um precisa ouvir o outro, o próximo, dentro de tal respeito, para que o equilíbrio e a paz do BEM maior possam imperar. Para isso ocorrer, precisa-se aplicar a famosa regra de ouro: “Não façam aos outros aquilo que não se deseja que façam convosco!”. O âmago da questão apresentada aqui é que, na verdade, não se deve deixar influenciar-se, tampouco ignorar a opinião de outros ao seu redor. Todavia, existe uma necessidade tão grande e urgente existente em nossa realidade cotidiana que, desvendando-a, trará a paz para as mentes e corações humanos: A COMPREENSÃO DO MUNDO. Diante disso, fica uma pergunta: Como buscar tal compreensão se apenas tem-se o próprio ponto de vista, um só ângulo de visão do mundo?

Muitos pensam que precisam mudar o comportamento do vizinho, olhando e tomando conta da vida dos outros, caindo, assim, num grotesco comportamento paradoxal, na notória antítese das ideias aqui expostas. Não! Precisa-se olhar para a própria vida, cada um para dentro de si mesmo! Deve-se, cada um, olhar o que se tem de melhor e o que se tem de pior, tentando aprender o que fazer para sempre melhorar na caminhada da vida, absorvendo o que é bom e desprezando o que é mal, tanto para si, quanto para o seu próximo. Não obstante, isso deve ocorrer depois de se identificar o que é o que, e depois de se isolar o mal, eliminá-lo. Aprender com os erros dos outros também é importante, diante de uma observação salutar da experiência alheia. O real processo se consiste em cada um identificar seus próprios dragões e vencê-los; aprisionar seus fantasmas que o assombram. E isso é muito difícil! Conter a ira, a raiva, no momento em que ela aparece, não é fácil! Precisa-se de AUTODOMÍNIO, um verdadeiro senso de autocontrole, a capacidade de se segurar e de controlar seus próprios impulsos! E, como todo hábito não é herdado, mas adquirido, essa capacidade pode ser adquirida com empenho e muito esforço. O Autodomínio é reconhecido como um dos frutos do Espírito Santo poderoso de Deus, algo sagrado e igualmente importante.

Tudo se resume em entender-se a si mesmo e a conter o seu pior. Simplesmente, como seres pensantes, racionais, pode-se dar vazão ao que é bom, puro e casto. Em contrapartida, deve-se ignorar seus demônios que habitam em seu íntimo ou, então, viver prisioneiro de si mesmo e nunca se ser plenamente feliz. Também, para que tal coisa ocorra, muitas vezes, precisa-se recorrer ao poder do PERDÃO, para que lembranças de experiências desagradáveis e dores que se carrega fiquem para trás. É necessário perdoar a alguém, mais ainda a perdoar-se! Aquele que se prende a segredos não é LIVRE; não sendo livre, não é suficientemente capaz de sentir as maravilhas da natureza que esta o dispõe. Seu jugo será pesado.

Na verdade, a real compreensão do mundo não existe, não no sentido pleno da palavra, pois, para que tal coisa ocorra, se depende das multiplicidades de comportamentos de cada ser vivente existente e caracteriza-se em uma busca constante para a evolução do próprio indivíduo, tanto singular quanto coletivamente. Com isso, precisa-se de cada um entender-se a si mesmo, para que cada um entenda o seu próximo e, assim, chegar às insondáveis maravilhas que Deus o reserva. Deve-se deixar o egoísmo de lado e aprender a ser mais generoso e altruísta. Não se deve criar ilusões, expectativas erradas dos outros e de si mesmo. Deve-se viver para si próprio, apenas! Ou então, o único que merece essa atenção de que se viva por alguém é DEUS, aquele que o criou. Sendo assim, haverá um equilíbrio MAIOR, o qual trará a sensação imediata da consumação da tal compreensão tão almejada.

Anthony Newman – 26/fev/2016 – 02:09 a.m

❤️  Beijos da Preta

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